sábado, 7 de maio de 2011

Fim, fim, feito por mim.

Lembra daquele amor agonizante?
Alice resolver matar esse amor. Não, ela não vai conseguir isso hoje, mas a decisão está tomada e é uma questão de tempo para a concretização.
Não vale a pena tanta dor...

E pra Alice, neste dia, lembrando de uma grande amiga:


"Ficou difícil
Tudo aquilo nada disso
Sobrou meu velho vício de sonhar
Pular de precipício em precipício
Ossos do ofício
Pagar pra ver o invisível e depois enxergar
Que é uma pena, mas você não vale a pena
Não vale uma fisgada dessa dor
Não cabe como rima de um poema
De tão pequeno
Mas vai e vem e envenena
E me condena ao rancor
De repente cai o nível
E eu me sinto uma imbecil
Repetindo, repetindo, repetindo
Como num disco riscado
O mesmo texto batido
Dos amantes mal amados
Dos amores mal vividos
E o terror de ser deixada
Cutucando, relembrando, reabrindo
A mesma velha ferida
E é pra não ter recaída,
Que não me deixo esquecer

Que é uma pena
Mas você não vale a pena..."

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